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Rubro-Negro derrota o Botafogo e conquista seu 30º título do Campeonato Carioca
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Torcida brinca com imagem do maior xodó, colocando sua imagem no cartaz do DVD ‘Pelé Eterno’, o filme original
A estrela de Joel Santana mais uma vez brilhou no Maracanã. E também apareceu a capacidade do treinador, seis vezes campeão do Rio de Janeiro. No intervalo, com o Flamengo perdendo a decisão do Carioca-2008 para o Botafogo por 1 a 0, o treinador colocou Obina e Diego Tardelli em campo. E os dois atacantes foram responsáveis diretos pela virada do time. A vitória por 3 a 1 neste domingo garantiu o 30º título estadual do time da Gávea.
O Botafogo tinha como principais armas a velocidade e o toque de bola de Jorge Henrique e Wellington Paulista. O artilheiro, aliás, não tinha vida fácil. Tanto que até no momento de ir à beira do campo ouvir as instruções do técnico Cuca e beber água, era seguido por Jaílton.
Obina bate no peito e comemora o gol do Flamengo
Mas se estava difícil construir jogadas na frente da área do Flamengo, que tinha uma defesa reforçava, o jeito era apostar nas jogadas de bola parada. E foi dessa forma que o Botafogo abriu o placar aos 23 minutos. Lucio Flavio cobrou falta na área, na direção de Wellington Paulista. O atacante não alcançou a bola, que ficaria fácil para o Bruno. Mas ao tentar encaixar, o goleiro rubro-negro engoliu um frangaço.
O gol mudou a cara da partida. Imediatamente o Flamengo adotou uma postura mais ofensiva, sem esperar os ataques do Botafogo. E aos 26 minutos, o Rubro-Negro teve outra boa chance. Leonardo Moura cobrou falta na área, e a defesa alvinegra tirou. A bola sobrou para Cristian, que, na meia-lua, chutou, obrigando Renan a espalmar no ângulo direito.
À beira do campo, Joel Santana se esgoelava com o quarto árbitro, reclamando das faltas marcadas contra o Flamengo. Cuca não ficava atrás, arrancando os cabelos a cada vez que seus jogadores perdiam bolas fáceis, propiciando contra-ataques ao adversário. Irritada também estava a torcida do Fla, que vaiou Ibson após uma seqüência de erros do camisa 7.
O Botafogo tem fama de ser um clube supersticioso. Mas na volta das duas equipes após o intervalo, Bruno apareceu com uma camisa diferente da havia usado até então. No lugar do 001 (em alusão aos cem jogos pelo Flamengo), o goleiro vestiu o tradicional 1. Mas esta não foi a maior surpresa. O Rubro-Negro entrou em campo com Obina e Diego Tardelli substituindo Ibson e Cristian, respectivamente, numa tática ousada, com quatro atacantes em campo.
Ousada, mas eficiente. Logo aos três minutos, o Flamengo chegou ao empate. Juan cobrou falta na área, e Obina tocou se ajoelhou para tocar de cabeça e fazer 1 a 1. Com a torcida rubro-negra incendiada, o time se manteve ofensivo, pressionando o Botafogo. Para tentar a reação, Cuca colocou em campo Fábio no lugar de Zé Carlos.
Aos 16 minutos, uma seqüência de jogadas parou o Maracanã. Depois de uma cobrança de escanteio do Botafogo, a defesa tirou e a bola sobrou na entrada da área para Jorge Henrique, que emendou de primeira, obrigando Bruno a fazer uma grande defesa. Em seguida, Diego Tardelli puxou um contra-ataque com muita habilidade. O atacante deixou dois adversário para trás, entrou na área e tentou encobrir Renan, que desviou para escanteio.
O Flamengo continuava a se aproveitar dos espaços deixados pelo Botafogo para encaixar contra-ataques. Aos 21 minutos, Obina deu lindo passe para Marcinho, que chutou. Renan ainda desviou a bola, que tocou na trave. Do outro lado, o Alvinegro não conseguia ganhar criatividade no meio-campo, mesmo com a entrada de Adriano Felício no lugar de Diguinho. E num desses contra-ataques, o Botafogo sofreu outro importante baque, com a expulsão de Renato Silva, que levou o segundo cartão amarelo após falta em Juan aos 30 minutos.
A partir de então, o que se viu foi a festa dos reservas do Flamengo enquanto a bola rolava. A torcida gritava “Mamãe eu quero”, ironizando as reclamações dos alvinegros sobre a arbitragem na final da Taça GB. Do outro lado, alguns torcedores do Botafogo protagonizavam uma briga nas cadeiras inferiores.
Os rubro-negros já gritavam “bicampeão”. Mas ainda havia tempo para o terceiro. Com a participação direta da dupla ‘pé quente’. Diego Tardelli arrancou pela esquerda e cruzou para Obina completar para a rede. Festa da torcida rubro-negra no Maracanã.
Diego Tardelli e Obina saíram do banco para virar o placar para o Flamengo
FICHA DO JOGO
Gols: Lucio Flavio, aos 22 minutos do primeiro tempo; Obina, aos 3 minutos do segundo tempo, Diego Tardelli aos 36, e Obina aos 46. Cartão vermelho: Renato Silva (B) Cartões amarelos: Fábio Luciano (F), Renato Silva (B), Túlio (B), Jorge Henrique (B), Ronaldo Angelim (F), Toró (F), Andre Luis (B) Árbitro: Luís Antônio Silva Santos Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Jorge Luís Campos Roxo Data: 04/05/2008 Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Público: 78.716 pagantes Renda: R$ 1.715.135,00
BOTAFOGO 1 x 3 FLAMENGO
Renan
Alessandro
Renato Silva
Andre Luis
Zé Carlos
(Fábio)
Leandro Guerreiro
Túlio
(Edson)
Diguinho
(Adriano Felício)
Lucio Flavio
Jorge Henrique
Wellington Paullista T: Cuca
Bruno
Leo Moura
Fábio Luciano
Ronaldo Angelim
Juan
Jaílton
(Diego Tardelli)
Cristian
Ibson
(Obina)
Toró
Marcinho
(Kleberson)
Souza T: Joel Santana
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O Blogão do Flamengo acompanha a partida em Tempo Real as 15:30h
Andréia, que falou ter 21 anos, procurou a polícia do Rio alegando que o jogador -que a levou com outros dois travestis para um motel na Barra da Tijuca- lhe devia dinheiro. “Ele não pagou porque ficou com raiva das minhas outras duas amigas, que pegaram o dinheiro dele e foram embora.”
Folha - O que aconteceu nesta madrugada entre você e o Ronaldo? Andréia Albertine - Ficamos juntos no hotel de domingo pra segunda, das 4h30 até as 9h30 -até a hora da confusão na portaria, quando até gravei um vídeo com meu celular, porque estavam tentando me tirar do jogo porque ele é rico, ele é o Ronaldinho e ele pode comprar até minha mãe contra mim. Ele parou [no ponto], eu nem reconheci. Abaixou um pouquinho o vidro e falou: “Entra, entra, entra”. Entrei, olhei pra cara dele e falei: “Gente, é o Ronaldinho! Tô passada”. Daí falei: “Mas, menino, você nem sabe quanto eu cobro”. E ele disse: “Relaxa, gata, dinheiro não é problema pra mim”.
Folha - Quanto você cobra? Andréia - Oral é R$ 30, sexo no carro é R$ 50 e uma hora comigo é R$ 100. Mas ele não pagou porque ficou com raiva das minhas outras duas amigas [também travestis], que pegaram o dinheiro dele e saíram “voada”. Em vez de ir comprar [drogas com o dinheiro do atacante], elas foram embora. Ele pagou R$ 1.300 pra elas -R$ 300 pelo que elas tinham “dado” e mais R$ 1.000 pra irem buscar cocaína.
Folha - Ele estava nervoso? Andréia - Não vou mentir. Dava pra ver que ele estava alterado de bebida, com um leve cheiro. Ele falou que deixou a namorada em casa e depois me pegou. Ele foi supereducado o tempo todo, foi fino, foi tranqüilo. Não agrediu, não fez nada. Foi só ativo com minhas amigas.
Folha - Então ele viu que eram travestis? Andréia - Viu. Só eu que ele achou que era mulher, as outras duas ele viu que eram “trava”, “boneca”.
Folha - Ele pedia discrição? O que conversavam? Andréia - Coisas normais. Daí, quando ele cheirou, começou a viajar. Dizia: “Pelo amor de Deus, vocês não vão aprontar pra cima de mim, não”. Eu falei: “Bebê, se você semear amor, vai colher amor. Agora, se você aprontar com a gente, a gente vai aprontar com você”. Só que ele aprontou comigo, que fui a mais boazinha, a mais boba.
Folha - A confusão começou a que hora? Andréia - A partir das oito e pouco, quando eu voltei pro hotel. Elas [os outros dois travestis] já tinham ido embora e ele não queria me pagar.
Folha - Se elas já tinham ido embora, ele estava te esperando? Andréia - Ele não estava me esperando, ele já estava indo embora. Quase que não pego ele. Graças a Deus, eu estava com o documento do carro dele [um Ford Fusion]. Mesmo que ele tivesse ido embora, eu tinha como provar que estava com ele, porque tô com o documento.
Folha - Por que você deixou a delegacia de polícia no meio do depoimento? Andréia - Porque tentaram pegar meu celular para apagar [o vídeo], porque o Ronaldo é influente e poderoso. Que que eu fiz? Saí “voada”, por isso que eu fugi da delegacia.
Em um jogo cheio de emoção para rubro-negros e alvinegros, o Flamengo venceu o Botafogo por 1 a 0 neste domingo, no Maracanã, e largou na frente pelo título do Campeonato Carioca. Obina, em um dos seus primeiros lances em campo, fez o gol e se transformou no herói do dia. As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, dia 4 de maio, e o Fla vai com a vantagem do empate.
A semana será de preparação intensa de treinos para o Botafogo, enquanto o Flamengo viaja para o México, onde, na quarta, enfrenta o América-MEX, pela Libertadores.
Começo de jogo bem nervoso
A partida começou tensa, com os dois times sem se arriscar muito. Aos dois minutos, Túlio Souza fez falta dura em Toró e levou o cartão amarelo. Pouco depois, o volante alvinegro fez outra falta, agora em Juan. Preocupado com uma possível expulsão, Cuca colocou Eduardo logo no início do jogo. O primeiro lance de emoção aconteceu aos quatro minutos. Cristian fez falta em Wellington Paulista perto do bico esquerdo da área, e, na cobrança, Lucio Flavio cobrou com categoria e exigiu que Bruno se esticasse para fazer a defesa.
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Toró e Diguinho em dividida na partida
Com mais volume de jogo, os rubro-negros apostaram nas subidas de Juan pela esquerda para chegar ao ataque. Mas foi pela direita que o Fla conseguiu sua primeira chance de marcar. Aos 26, Leo Moura encontrou Souza nas costas da defesa, o camisa 9 bateu forte cruzado, mas Renan conseguiu fazer uma bela defesa. A resposta alvinegra veio dois minutos depois: Zé Carlos tocou para Fábio dentro da área, o atacante girou e chutou, mas Leo Moura, no meio do caminho, impediu que a bola chegasse ao gol de Bruno.
Os jogadores de Flamengo e Botafogo cometeram muitas faltas, e o jogo ficou truncado. Aparentando nervosismo, os atletas abusaram das reclamações com o árbitro. A última emoção da primeira etapa foi num ataque em alta velocidade do Flamengo. Aos 43, Toró fez um ótimo lançamento para Marcinho na direita, o atacante invadiu a área e chutou cruzado. Renan espalmou mal, mas Souza não conseguiu chegar a tempo de empurrar a bola para dentro.
Segundo tempo começa forte e incendeia as torcidas
Empurrado pela torcida, os rubro-negros voltaram do vestiário dispostos a abrir o placar e quase o fizeram antes do segundo minuto. Marcinho fez jogada de linha de fundo pela direita e cruzou para o meio da área. De esquerda, Souza pegou de primeira da entrada da pequena área e Renan fez uma defesa espetacular, salvando o Bota. Refeito do susto, o time da estrela solitária respondeu à altura. Aos cinco minutos, Diguinho chegou livre à ponta direita e cruzou para Wellington Paulista, que subiu mais do que a zaga e, de cabeça, mandou rente ao travessão de Bruno. Antes, o time ainda teve um gol anulado. Zé Carlos pegou um rebote da defesa e mandou para o fundo das redes, mas estava em posição de impedimento.
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Obina se atira e marca o gol da vitória do Flamengo sobre o Botafogo
Em uma das suas especialidades, a bola parada, o Botafogo arrancou o grito de “Uhhh” dos seus torcedores. Aos 18, da meia esquerda, Lucio Flavio levantou a bola na área, a zaga parou e Fábio desviou de cabeça antes de Bruno chegar no lance. A bola passou por cima do gol. O jogo ficou aberto e, aos 21, Marcinho, da entrada da área, chutou forte no canto; Renan fez outra boa defesa. O goleiro, que teve a escalação contestada por ter falhado no jogo anterior, mostrava personalidade e fez uma ótima partida.
Aos 28, a melhor chance do Bota. Eduardo fez boa jogada pela esquerda, deixou Leo Moura para trás, entrou na área, chutou e acertou o travessão do Flamengo. Com o Fla sendo dominado, o técnico Joel Santana mexeu no time (Obina no lugar de Ibson) e avançou a equipe. Aos 35, a mexida deu certo, para delírio dos flamenguistas, que foram grande maioria no Maracanã. Do campo de defesa, Leo Moura fez grande lançamento para Tardelli na direita. O atacante, em velocidade, chutou para o meio da área e Obina, que havia entrado há pouco, deu um carrinho e fez o gol: 1 a 0.
O Bota ainda teve uma chance de marcar em uma falta cobrada por Lucio Flavio da entrada da área, mas a bola bateu na barreira e o placar permaneceu inalterado. Fim de partida, e vantagem mínima do Fla. Domingo que vem tem mais Maracanã lotada e emoção dentro de campo.
Gols: Obina, aos 35 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Túlio Souza, Renato Silva, Diguinho (BOT); Marcinho, Souza, Fábio Luciano, Jaílton (FLA) Árbitro: Gutemberg de Paula Auxiliares: Ednei Mascarenhas e Wagner de Almeida Santos Data: 27/04/2008 Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro Público: Público Pagante 63.413 - Público Total Presente: 67.941 Renda: 1.333.455,00
FLAMENGO 1 X 0 BOTAFOGO
Bruno
Leo Moura
Fábio Luciano
Ronaldo Angelim
Juan
Cristian
kléberson
(Diego Tardelli)
Ibson
(Obina)
Toró Marcinho
Souza
(Jaílton) T: Joel Santana
Renan
Renato Silva André Luis
Leandro Guerreiro
Túlio Souza
(Eduardo)
Diguinho
Túlio
Lucio Flavio
Zé Carlos
(Édson)
Fábio
(Adriano Felício)
Wellington Paulista T: Cuca
O ano de 2007 foi inesquecível para o Flamengo e sua torcida. A massa entrou no espírito da nova camisa rubro-negra, inspirada naquela usada há 26 anos na conquista do título mundial no Japão. Não foram poucas as glórias rubro-negras no ano passado, glorias estas que nos faz a Torcida do Flamengo junto das representada pelas suas organizadas a MAIOR TORCIDA DO MUNDO, e aqui estão alguns motios… Veja!
1 – Recordes
O Maracanã reabriu para os rubro-negros após o Pan e dos dez maiores públicos do Brasileirão 2007, oito foram neste estádio em jogos do Flamengo. Incluindo os dois primeiros, com mais de 80 mil pagantes em cada.
1 - Flamengo 2 x 0 Atlético-PR > 82.044
2 - Flamengo 1 x 0 Santos > 81.844
3 - São Paulo 3 x 0 América > 69.874
4 - Flamengo 2 x 0 Grêmio > 63.189
5 - Flamengo 2 x 1 Corinthians > 62.026
6 - Flamengo 0 x 2 Fluminense > 61.042
7 - São Paulo 1 x 0 Cruzeiro > 60.378
8 - Flamengo 1 x 0 São Paulo > 59.098
9 - Flamengo 1 x 1 Sport > 51.552
10 - Fluminense 0 x 1 Flamengo > 49.828
2 - A virada do time
Empurrado pela torcida, o time respondeu em campo. Deixou a penúltima colocação na tabela para chegar em terceiro. Ganhou a vaga da Libertadores 2008 quando poucos acreditavam que a equipe tivesse alguma chance.
3 - Dia do Flamenguista
O sucesso de público levou o prefeito do Rio, César Maia, botafoguense, a decretar o ‘Dia do Flamenguista’, que será sempre celebrado a partir de agora em 28 de outubro.
4 - Torcida de Ouro
A Confederação Brasileira de Futebol também fez questão de reconhecer o poder que a torcida exerceu sobre o clube. No prêmio máximo do campeonato, a CBF entregou ao time o prêmio ‘Torcida de Ouro’, pela forma como a arquibancada flamenguista fez diferença em 2007.
5 - Bem Cultural
Para completar, a prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que a torcida do Flamengo agora é um ‘Bem Cultural’ da cidade. A massa agora figura ao lado de ícones como a Bossa Nova e a Banda de Ipanema. É a primeira vez que uma torcida é tombada como patrimônio.
Se a gente esqueceu algum motivo para celebrar esta torcida - Que torcida é essa? - deixe o seu nos comentários abaixo.
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